
Os motivos que alegamos correspondem fielmente às nossas ações?
Podemos sempre dizer o que pensamos, a quem quer que seja?
E saber ouvir o que pensam de nós, de quem quer que seja a opinião?
¿Cuántas preguntas ...
O terreno da convivência entre as pessoas é movediço. Começa bem light, leve, no maior “oba, oba”. Com respeito, gargalhadas, discordância em alguns pontos também (assim não haveria a construção de diálogo e argumentações). E algumas vezes pode terminar como uma ligação perdida de celular.
Podemos sempre dizer o que pensamos, a quem quer que seja?
E saber ouvir o que pensam de nós, de quem quer que seja a opinião?
¿Cuántas preguntas ...
O terreno da convivência entre as pessoas é movediço. Começa bem light, leve, no maior “oba, oba”. Com respeito, gargalhadas, discordância em alguns pontos também (assim não haveria a construção de diálogo e argumentações). E algumas vezes pode terminar como uma ligação perdida de celular.
Com o passar do tempo, o exercício da crítica fica mais aguçado, afiado.
É justamente nesse ponto que mora o perigo.
Nem sempre podemos acertar quando fazemos algum comentário. Pode-se discordar ou não. Argumentar. Se prestarmos mais um pouco de atenção, veremos que nem toda frase infeliz é pronunciada com o fito de atingir alguém, alguma coisa. Muitas vezes as pessoas dizem coisas apenas por dizer. Ou porque estão em um dia ruim. Sem querer tocar no intocável, sagrado, tocar na ferida, pisar no calo.
É como se a “estabilidade” da convivência desse espaço para falar sobre particularidades. “Se já falei outras besteiras antes, mais uma não vai fazer diferença.”
E às vezes, quando você tenta explicar, justificar sua opinião, aí é que piora a coisa. Pois quem está do outro lado, só fala, fala, fala. Num verdadeiro monólogo. E ouvir o outro que é bom...
Então, nem sempre o receptor pode aceitar, compreender o que é dito. Quando na verdade ele nem lembra que já falou das suas...
E às vezes, quando você tenta explicar, justificar sua opinião, aí é que piora a coisa. Pois quem está do outro lado, só fala, fala, fala. Num verdadeiro monólogo. E ouvir o outro que é bom...
Então, nem sempre o receptor pode aceitar, compreender o que é dito. Quando na verdade ele nem lembra que já falou das suas...
Temos hoje um “oi” burocrático. Educado.
Como já foi dito, as pessoas estão sempre muito ocupadas com seus amigos, seus aplicativos das redes sociais, com seus amores, seu trabalho.
E aí, quem tá do outro lado, finalmente descobre porque está só.
Ela sempre ouviu as pessoas. E falou demais.



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